sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Momento "baba" básico

Tias, tios, mães, pais e demais babões de plantão, atenção!!!

Minha linda amiga e sócia Tecri comprou para a sobrinha dela. Eu vi e fiquei alucinada: é um livro com todas as ilustrações feitas em massinha, ensinando palavrinhas do dia-a-dia.

Eu achei o melhor preço aqui.




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PROIBIDO PARA FABIANA, NEIDE E MI!!!!

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Enquanto isso...

No estranho e insuportável mundo do BBB5, uma mocinha lamenta a saída de um dos homens da casa, alegando que eles é que pensam por elas...

Filhinha... pensar não dói... quero dizer, dói menos do que uma série de quatro apoios com caneleiras de 2 quilos. Faz uma forcinha, vai...

Por outro lado, eu bem ando querendo contratar um personal thinker para pensar no meu lugar de quando em vez. Estou chegando à conclusão de que pensar dá celulite e provoca a flacidez...

quarta-feira, fevereiro 09, 2005




Engraçado... cinco amigos meus já vieram me dizer que a música do filme é antiga. Na verdade, eles estavam fazendo confusão com aquela outra que diz "You're just too good to be true/ I can't take my eyes of you...". Essa é linda também, mas são duas músicas totalmente diferentes...

The Blower's Daughter
And so it is
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time

and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies

i can't take my eyes of you

and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time

and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial

i can't take my eyes of you

did I say that I loathe you?
did I say that I want to
leave it all behind?

i can't take my mind of you

'til I find somebody n
ew
Amigos!! E o que é a vida sem o tal do bom-humor????

"Eu não estou mentindo, estou apenas escrevendo ficção com a boca!"

De quem mais poderia ser essa frase?





E eso coissa merabiiossa que surgió en la net? Bão alá conosser esto bluegue. És bueno que duéle!!!






O PASSEIO DO OLHAR ADVERTE: SER POLITICAMENTE CORRETO DÁ CÂNCER DE MAMA E DE PRÓSTATA, ALÉM DE ESTRAGAR A CHAPINHA!

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

A Paixão segundo FG

Noite. Sentada na minha cama, entregava-me à minha nova paixão: fazia filtros para aprisionar maus sonhos. Sobre o armário, o calendário do advento que fiz para as minhas duas paixões, Céci e Laila. De repente, um som de plástico sendo amassado. E ela surgiu. Uma barata. Cascuda. Voadora...

Eu devia parar de ver televisão. Outro dia vi que, se você encontra uma barata, existem outras cinco à espreita. O que me fez pensar não naquela barata recém-aparecida, mas sim nas cinco que, escondidas e covardes, jogaram a companheira como "boi-de-piranha" diante das minhas vistas.

Se elas soubessem que não precisava... se elas soubessem do meu pavor ancestral a baratas. Nesses momentos, descubro habilidades insuspeitas. Se houvesse, nas Olimpíadas, competição de pulo assustado, com certeza eu seria campeã.

Deixo o quarto sob o domínio da cucaracha. Tenho um plano em mente: matá-la afogada, atingida por uma tsunami de inseticida. Mas Deus protege a bichinha. Será que eu sou a malvada? Sim, porque os cientistas dizem que elas resistem até à bomba atômica... e eu derreto até com beijo na boca bem dado... não achei o fliter... merda... vassoura? Não, contra os meus princípios...

Aliados, é claro! E toca acordar a minha mãe, que dormia a sono solto àquela hora. Mas eis que a safada (a barata, não a minha mãe!) pressente o que virá. E se esconde! Ainda me faz passar por mentirosa!

Às vezes é preciso recuar... sofá-cama do quarto da minha irmã, que, solidária e também apavorada com esses bichinhos, apenas solta um som indefinido quando eu justifico a minha presença: "Barata".

A luz de um novo dia muda todo o cenário. Acordo com a Cida me perguntando sobre a barata. Narro todos os acontecimentos da noite anterior, faço um mapa do campo de batalha. Cida, impávida e varonil (pelo menos mais do que eu), busca em cada canto, sacode as cortinas, encontra até o brinco que eu perdi no ano passado... e nada... nem a visível, nem as cinco invisíveis... foram embora, as calhordas!

Minha mãe, então, aproxima-se. Entre os dedos, uma antena conhecida. Ali, enrolada no papel higiênico, reconheço a minha opositora da noite anterior. Era ela. Rendemos as últimas homenagens e jogamos seu corpo no vaso sanitário... é doce morrer no mar... sei que ela gostaria.

Não me senti feliz. Mas agora só penso em uma coisa: onde estão as outras cinco???

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Vinte lições – Parte I

Fui tomar um copo de água e um papel grudado na parede do cantinho do café me interessou. Não sou muito fã desses textos de auto-ajuda. Se é uma auto-ajuda, por que precisamos que outra pessoa a ofereça? Além do mais, todos os conteúdos desses livros a que tive acesso pareciam tão óbvios, tão redundantes...

Bom, mas lá estava eu, tomando meu quinto copo de água da tarde, quando percebi que aquele texto em especial disse tudo sobre mim. Então, decidi não fazer resoluções para 2005. Vou, sim, aprender essas tais de vinte lições.

Vamos começar pelo começo, já que iniciei 2005 com uma queda irresistível pelo lugar-comum...

Vinte lições de viver


Tese de um pensador russo chamado George Gurdjieff, que no início do século passado já falava em autoconhecimento e na importância de se saber viver. Dizia ele:
"Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós a cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal."



Assim sendo, ele traçou vinte regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Estresse, em Paris. Dizem os especialistas em comportamento que, quem já consegue assimilar dez delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interna. Ei-las:


1. Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando as suas atitudes.

A de hoje é essa. Fazer pausas. Pensar em mim. E analisar as minhas atitudes. É interessante esse exercício de distanciamento. Se eu pudesse me ver em algumas situações, perceberia o quanto ainda sou imatura e deixo a impulsividade determinar as minhas decisões.

Pausas, então...

Let me try again...

Ano novo, vida nova, roupa nova, calcinha nova... tudo muda... se a gente quiser, né?

Fui a Cabo Frio. Sem comentários. Que lugar lindo... amei. Além de contar com aquela praia divina, de areia branquinha, água gelada e transparente, conheci uma pessoa ótima: a Lu, de Belô. Criatura inteligente, culta, dinâmica (nunca usei essa palavra para descrever uma pessoa, mas a Lu é dinâmica). Querida e simpática. Ganhei uma amizade linda de presente de Natal.

O final do ano foi marcado pelo batizado da Laila. Linda cerimônia, padre divertidíssimo. Eu de madrinha. Família brasileira de uma lado, família alemã de outro... choque cultural é uma coisa engraçada: gente é gente, em qualquer lugar do mundo. Então, não é a cultura que choca. É a natureza humana... e essa sim, é do balacobaco.

Beijos, meus amigos queridos, vamos receber com beijos este 2005. E vamos nos empenhar para que ele saia do jeitinho que a gente quer...

sexta-feira, novembro 26, 2004

Para não esquecer

Todas as vezes que escuto alguém dizer que não gosta de livros, que não lê nem bula de remédio, faço uma oração em silêncio. Peço para que essa pessoa mude sua maneira de pensar, porque ler é uma redenção.

Ultimamente eu estou feita de filó. Fico assim quando ando em companhia de Clarice. A Lispector. E tenho andado com ela na minha bolsa. Quando meus olhos se enchem demais de mundo e de pessoas, pego o livro e encontro coisas assim:

A EXPERIÊNCIA MAIOR
Eu antes tinha querido ser os outros para conhecer o que não era eu. Entendi, então, que eu já tinha sido os outros e isso era fácil. Minha experiência maior seria ser o outro dos outros: e o outro dos outros era eu.
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E aí, eu não preciso dizer mais nada. Não preciso mais explicar as coisas para mim mesma. Fico livre só para sentir...

segunda-feira, novembro 22, 2004

E pode?

E quem precisa de Prozac quando tem amigos como os que eu tenho?

A vida ganha todo o sentido quando você escuta frases assim:

"Não, eu não estou sentindo frio. E ultimamente reparei que tenho boiado com mais facilidade."

"Nossa, tem tanta gente morrendo ultimamente, né? Gente que nunca tinha morrido antes."

"– A única música do Djavan de que eu gosto é 'Saigon'.
– Mas 'Saigon' não é do Djavan!
– Então, eu não gosto de nenhuma!"

"Eu não mandei o banco me dar dinheiro. Se não era para gastar, por que me deu?"

"Descobri recentemente o poder curativo de um bom papo com uma samambaia."

"Eu entrei na farmácia, pedi vaselina, o moço disse que não tinha. Aí, eu pedi um lubrificante qualquer e ele me vendeu vários tubos de KY. Como é que eu ia saber que não dá para passar KY no pé?"

"Tia, eu gosto dos seus beijos, mas o problema é que você ama muito... dá para me amar menos?"

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É tão triste quando você descobre o valor exato das coisas que tem...

Há tempos estou acalentando a idéia de trocar meu celular, que é um mastodonte. Pois é, um dia, estava eu esborrachando meu nariz na vitrine da loja de celulares, na companhia doce e querida da minha mana Bíola. De repente, ela me chamou: "Brícia, este não é o teu celular?". Sim, era. A plaquinha ao lado indicava o preço: R$1,00. Não, eu não digitei errado. Um real. O novo, né, porque o meu deve valer uns R$0,50. Vi um asterisco e fui ler a observação, ainda com uma vã esperança de que estivesse escrito: "Isso é uma pegadinha!!!". Mas estava escrito: "Para todos os planos".

Celular para mim é só para ligar e para atender. Tanto que o meu "dino" não tem joguinhos, não baixa nada de lugar nenhum (além do meu dinheiro do banco, é claro!), não entende comando de voz, é P&B... mas ver que eu possuo um objeto valendo cem vezes menos do que me custou há dois anos dói...

Por isso resolvi acelerar o meu projeto de aquisição de um celulítico novo. Como uma coisa puxa outra, descobri que tinha direito a um bônus. Por causa da minha fidelidade à empresa (distração às vezes recompensa, tá vendo?). Resultado: está me olhando agora um celular novinho, que tira fotos, faz download, obedece quando eu falo e enche meus olhos de cor e de beleza.

Tenho certeza de que vou me separar dele antes de aprender todas as suas manhas. Mas relacionamentos são assim. Já estou, por exemplo, com saudades do meu "dino".

sexta-feira, novembro 12, 2004

Quanto tempo, pois é, quanto tempo...

Nóóóó... desde o mês passado que eu não passeio o olhar... imperdoável!!!

Mas é que eu andei trabalhando demais. Parece que um trabalho chama o outro.

Eu sou revisora. Trabalho no BC, mas também faço revisões avulsas. Principalmente de monografias, teses, TCCs...

Quem trabalha assim, diretamente com uma pessoa, mexendo com uma coisa tão pessoal como o texto dessa pessoa, acaba conhecendo facetas do ser humano até então ignoradas.

Não dizem que a melhor defesa é o ataque? Então, as pessoas já chegam inseguras, porque não sabem se o trabalho está bom, porque dependem daquilo para se formar, ou para ganhar um título.

Não vou contar "causos" sobre isso porque alguns deles me fazem ficar triste. Já tive clientes cujo trabalho recebeu até prêmio, mas também já tive pessoas me atacando, agredindo verbalmente...

Mas é muito bom poder ajudar os amigos. Poder tirar alguém de uma situação de desespero. Eu nem me importo em ficar sem dormir. E não estou bancando a santinha. Ajudar me faz bem...

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Conversa legal com o David e o Pedro sobre filmes. Hoje estréia o novo do Almodóvar, Má Educação. Num dos primeiros posts, falei sobre o Cidade dos Sonhos. O Pedro também não gostou. O David ainda defende a tese de que a cena entre as duas mulheres sustenta o filme... bom, bom, bom... falei de novo sobre um filme que vi por acaso, na TVA, e que adorei: Motorama.

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Novo disco do Jobim... vou comprar... acho graça dessas histórias: "A família achou um CD de um show inédito, largado em uma estante!". Então, tá! O cara é o gênio que é, e a família "achou" um CD assim, largado, esquecido, com um dos melhores shows do Tom...

No show, além de cantar, ele conta umas histórias. Gostei de saber que o Vinícius ia escrever a letra de "Por Causa de Você", mas que a Dolores Duran pegou o lápis de sobrancelha e fez aquela letra linda assim, de improviso... e ainda escreveu um bilhetinho, pedindo para o Poetinha não fazer outra... and I'm a believer...

Ah, você está vendo só do jeito que eu fiquei
E que tudo ficou
Uma tristeza tão grande nas coisas mais simples
Que você tocou
A nossa casa querido já estava acostumada
Aguardando você
As flores na janela sorriam, cantavam
Por causa de você
Olhe, meu bem, nunca mais nos deixe por favor
Somos a vida e o sonho, nós somos o amor
Entre meu bem, por favor
Não deixe o mundo mau te levar outra vez
Me abrace simplesmente
Não fale, não lembre
Não chore meu bem


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Kika, minha amiga querida, adotou outro cachorrinho. Não bastasse ter acolhido a Ariel (qualquer dia conto a história aqui, com a minha versão), resolveu arrumar um companheirinho para ela. E surgiu Ookla, o cachorro arco-íris. E que tem o olhar mais meigo do mundo. E as maiores orelhas também... vc está achando que ele veio de alguma pet shop chique? Nananinanão!! Veio da zoonoses. Porque a minha amiga, além de ser linda e de fazer o melhor creme de milho que eu já comi, tem uma alma rara.

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Pablito, meu anjo! Ligue logo e conte todas as novidades!! Quando fico curiosa, sinto dor de barriga!!!!

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